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ARTIGO

“More Than Human Rights”

César Rodríguez-Garavito (ed.) 2024

A separação entre humanidade e natureza é desfeita ao reconhecer a Terra como rede viva e inteligente. Nesse deslocamento, a crítica ao Antropoceno abre espaço para uma ética fundada na humildade e na responsabilidade.


Moth, New York: NYU Law
Inglês
Estados Unidos, Nova Iorque

O capítulo explica o termo “mundo mais que humano” para descrever a natureza como uma rede vibrante que inclui e, ao mesmo tempo, transcende a cultura humana. Argumenta que essa perspectiva visa superar a separação artificial entre a humanidade e a biosfera, servindo como base para uma nova jurisprudência que reconhece a inteligência intrínseca da Terra. Traz uma critica o conceito de “Antropoceno” por sugerir um domínio humano total sobre o planeta, o que reforçaria a arrogância da espécie em vez de incentivar a contenção ética. Em contrapartida, propõe o termo “Humiloceno” como um título mais adequado para a época atual, enfatizando a necessidade de cultivar a humildade perante o solo e assumir a responsabilidade pela destruição ecológica. O objetivo final dessa terminologia é lembrar que somos seres terrestres integrados em um cosmos que não criamos nem controlamos.

Moth, New York: NYU Law Inglês Estados Unidos, Nova Iorque
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