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RESUMO TRADUZIDO

“Antes, o mundo não existia”

Instituto Toriba 2026

Memória ancestral emerge como prática de resistência diante da racionalidade utilitarista. O sonho é reposicionado como fonte de conhecimento, conectando humanos, natureza e continuidade da vida.


Português
Brasil, Rio de Janeiro

Ailton Krenak reflete sobre a resistência da memória ancestral indígena frente ao avanço tecnológico e à visão utilitarista do Ocidente. Ele descreve o sonho como uma fonte de conhecimento sagrado que conecta os povos aos fundadores do mundo e à criação contínua da vida. O autor diferencia a “história” datada e arquivada em museus da “memória” viva, que entende a natureza como parente e não como recurso. Ao final, Krenak defende a preservação dessa herança espiritual para garantir a sobrevivência da humanidade.

Português Brasil, Rio de Janeiro
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