“O papel do sonhar”
Sonhar aparece como prática psíquica fundamental para reorganizar a experiência. Em contraste com a aceleração produtiva, afirma-se como espaço de imaginação e produção de realidade.
O texto discute a importância de sonhar, tanto em vigília quanto dormindo, como forma de acessar o desejo inconsciente e realizar processos psíquicos fundamentais. A autora articula conceitos freudianos de “A interpretação dos sonhos” com saberes contemporâneos para sugerir que o sonho permite reorganizar pensamentos e construir novas realidades. Além disso, critica a aceleração do tempo produtivo atual, que prejudica essa capacidade humana essencial de sonhar e imaginar futuros.