“Philanthropy Back to the Drawing Board”
Diante de crises globais, a filantropia é convocada a revisar suas próprias bases. Confiança, transparência e coerência entre recursos e missão tornam-se centrais para sustentar impacto duradouro.
O livro argumenta que a filantropia institucional deve passar por um processo de autorreflexão contínua e “voltar à prancheta” para redefinir sua legitimidade e estratégias diante de crises globais como a pandemia e as mudanças climáticas. O autor propõe uma agenda baseada em maior confiança nos beneficiários, transparência e no uso de um “caixa de ferramentas” diversificado, que inclui investimentos de impacto além das doações tradicionais. Destaca-se também a importância do fortalecimento das comunidades locais, da cooperação estratégica entre fundações e o setor público, e do alinhamento ético dos investimentos patrimoniais com a missão social das organizações. No contexto europeu, o texto defende parcerias mais sólidas para enfrentar desafios sistêmicos, como a desigualdade e a digitalização, visando um impacto social mais profundo e duradouro.