“Emerging Horizons”
A IA é situada como infraestrutura material ancorada no escalonamento computacional, que organiza dados, energia e investimento. A partir daí, projeta-se uma expansão contínua de capacidades, com avanços desiguais entre o digital e o físico, evidenciando que seus limites são menos técnicos do que políticos.
O relatório sustenta que o futuro da IA será determinado menos por rupturas e mais pela continuidade do escalonamento computacional, que organiza investimento, dados e energia como infraestrutura da inteligência. A partir dessa base material, projeta-se uma expansão consistente de capacidades, sobretudo na automação de tarefas cognitivas e na pesquisa científica. O avanço será desigual: rápido no digital, mais lento no físico. O principal limite não é técnico, mas político.