Los futuros que nos habitan
O futuro deixa de ser objeto externo e passa a ser relação viva, tecida no presente. Em vez de controle, a proposta insiste em presença, escuta e abertura ao não saber como condições para imaginar e agir.
O livro propõe compreender o futuro não como algo externo a ser previsto ou controlado, mas como uma relação viva que emerge das práticas e conversas do presente. A partir de uma perspectiva enactiva e transracional, convida a habitar a incerteza, valorizar saberes situados e cultivar presença, escuta e inteligência relacional. Ao longo de 11 premissas, aborda também epistemologias do Sul e a relação entre humanos e inteligência artificial. Em vez de oferecer mapas rígidos, apresenta o futuro como algo que se constrói coletivamente por meio do cuidado, da imaginação e da responsabilidade ética.