Resisting, Refusing, Reclaiming, Reimagining
A ideia de IA como destino inevitável é desmontada como construção narrativa que reduz a agência humana. Em seu lugar, emergem práticas de resistência, recusa e reinvenção que recolocam a tecnologia como campo de disputa coletiva.
O artigo questiona a narrativa de que a adoção da inteligência artificial é inevitável, mostrando como essa ideia pode reduzir a percepção da capacidade humana de decidir sobre o desenvolvimento tecnológico. A partir de experiências de indivíduos e coletivos, propõe uma taxonomia de práticas para resistir, recusar, reimaginar e reivindicar a IA. O modelo evidencia diferentes formas de contestar relações de poder e influenciar como essas tecnologias são desenvolvidas e utilizadas. Assim, defende a construção coletiva de futuros tecnológicos que não sejam determinados por agendas tecnodeterministas.